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Nas eleições dos jovens socialistas

No sábado passado, dia 28 de Outubro, os órgãos da Juventude Socialista de Paços de Ferreira foram a eleições. Nesse sentido, Fernando Machado foi reeleito presidente da concelhia, seguido dos seguintes membros:

Mesa da Comissão Política
Presidente: Teresa Silva
1º Secretário: Eduardo Torres
2º Secretário: Sofia Ribeiro
Secretariado:
Vice-Presidente: Catarina Matos
Vice-Presidente: Francisca Pinto
Vogal: João Meireles
Vogal: Beatriz Gomes
Vogal: João Moura
Vogal: Miguel Lopes
Vogal: Beatriz Alves
Vogal: João Pinto
Vogal: Marta Pacheco
Uma equipa que continua motivada, inconformista e reivindicativa por melhores condições de vida e oportunidades para os jovens do concelho de Paços de Ferreira – informou a JS.

A necessidade dos mais novos na política

A refundação na continuidade das organizações representativas é conseguida com a abertura das mesmas a novos membros, disponíveis para encarar os desafios da vida pública. Isto acontece num momento turbolento da mundovisão europeia e mundial e num âmbito de descrença na actividade política.

Curiosamente, esta semana a revista Economist chama a atenção para os cuidados a ter na escolha de novos candidatos em processos de mudança. Considera o The Economist que:

Os processos de contratação podem ser considerados uma batalha entre a franqueza e a desonestidade. Você pode imaginar que esta é uma simples luta entre empresas que buscam a verdade e candidatos que se autopromovem, e até certo ponto é.

Mas as próprias empresas tendem a distorcer a realidade de maneiras que são autodestrutivas. Comece com os culpados óbvios: os candidatos a empregos.

O objetivo de um currículo ou perfil do LinkedIn é transformar a realidade da forma mais atraente possível. Qualquer pessoa com mais de
um certo nível de experiência é um líder transformacional pessoalmente responsável por gerar milhões em receitas; a economia mundial seria cerca de 15 vezes maior do que realmente é se todas essas afirmações fossem verdadeiras.

O britânico médio passa quatro horas e meia por dia assistindo TV e vídeos online. Mas o candidato médio a um emprego usa o seu tempo livre apenas para propósitos dignos, como ser voluntário em cozinhas comunitárias ou ensinar programação a órfãos.(…)

É certo que o The Economist se refere à actividade económica, mas podemos analisar a evolução da actividade política sob os mesmos olhos. Mas aqui, interessa descobrir os fundamentos de cada um na generosidade de se envolver na causa pública – ela própria criadora de muitas alegrias mas também de muitas tristezas.

Cfr: ECONOMIST