Os dias negros da peste do Covid

Mais um confinamento. O jogo da cabra-cega continua, sem fim à vista, mas com uma tendência cada vez mais clara – o ano 2021 não vai ser o novo ano que queríamos, antes a repetição de 2020. A notícia do JN que publicamos em foto nesta notícia é de ontem. Sabemos que outras idênticas serão publicadas e com número de mortes em crescendo.

No último confinamento escrevemos aqui na Rádio Freamunde que só nós, cada um em particular, e todos em conjunto, poderíamos fazer frente a este monstro, e que não deveríamos estar à espera das decisões do Governo, como solução milagrosa para o problema.

A esperança da vacina confirmou-se. Ela está aí e vai ser administrada a conta gotas, dado que o fornecimento não é igual para todos os países. É o preço a pagar por países pobres.  E Portugal é um país pobre e vai continuar a ser. Aliás estamos a concorrer apressadamente para o último lugar dos países europeus.

Tivemos um pico preocupante no nosso concelho e mobilizamo-nos para o combater com resultados satisfatórios. Fazemos parte de uma luta que precisa da colaboração de todos.

O cansaço das medidas restritivas e a irresponsabilidade da classe política sempre disponível para dar “as boas notícias” aligeirou a luta contra a peste do covid e os resultados estão aí. Não vai ser o governo a resolver este problema. Somos nós. Não podemos liderar no número de mortos em todo o mundo (número de mortos por 100 000 habitantes).

 

 

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