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O Inferno do Padre Brito na Obra Diocesana

A Obra Diocesana do Porto – a segunda maior instituição social da cidade – responde em tribunal por desvio de subsídio ilegalmente recebido no valor de três milhões e trezentos mil euros, na sequência da gestão desastrosa que teve entre 2009 e 2015.

Criada por vontade do bispo do Porto, Dom Florentino Andrade ( o bispoAntónio Ferreira Gomes, estava exilado por Salazar), esta instituição trabalha nos bairros da cidade e garante a resposta social a milhares de utentes.

Entretanto a instituição, no seu relatório de contas, referiu a provisão de 750.000 euros para enfrentar o processo judicial em causa, pelo que se admite que o valor da mesma seja definido pelo tribunal dada a disparidade dos valores apresentados pela acusação e o entendimento da Obra Diocesana.

Esta instituição tem agora como presidente do Conselho de Administração o padre Manuel Luís Leão Pacheco de Brito, actual pároco de Freamunde. O seu perfil dá garantias de uma gestão rigorosa e exigente, absolutamente distinta da que ocorreu a partir de 2009 quando a instituição ficou nas mãos de “quadros oriundos do BPN – Banco Português de Negócios” e recebeu dos responsáveis da diocese do Porto uma confiança ilimitada com os resultados agora conhecidos.

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VER TAMBÉM:

https://radiofreamunde.pt/desenvolvimento-comunitario/o-perfil-certo-para-missao-muito-dificil/